Os resultados

Como já fora pronunciado antes, ao realizarmos o teste, percebemos claramente a preferência dos alunos por alguns sites em especial.
Algumas características do primeiro  site elegido, são completamente relacionáveis ao segundo, podendo nos proporcionar algumas generalizações, como por exemplo:
  • A preferencia geral pelos sites mais dinâmicos, com mais variedade nas atividades;
  • A busca pelas curiosidades que o site pode oferecer;
  • A facilidade da aprendizagem, quando relacionada a atividades lúdicas;
  • O maior interesse pelo diálogo, havendo sempre a preferência pelos sites que oferecem esse tipo de vantagem;
 A seguir, serão divulgados os questionários e, basicamente, a conclusão dessa fase do projeto.

Como funcionou o teste

A princípio, estabelecemos:
  • uma língua básica para que todos  avaliassem os sites baseados nesta;
  • Um questionário a ser resolvido ao final da atividade;
  • Um quadro de relações, onde cada pessoa deveria avaliar um site, dando notas e explicando o por quê;
  • Um horário;
  • A divisão do grupo em dois (por ordem alfabética);
Logo depois, apresentamos a eles a seguinte proposta: deveriam entrar na internet, e buscar sites de espanhol, avaliando-os. Em seguida, cada grupo deveria eleger o seu melhor site, respondendo um questionário mais bem elaorado a respeito deste. E eis que, como já imaginado, todos eles tendenciaram a procurar pelos buscadores, pelos mesmos motivos já presumidos por nós.
Pudemos perceber a empolgação dos alunos acerca da descoberta de alguns sites, e o pouco interesse sobre outros. E o mais importante: Percebemos que os sites, muitas vezes incompletos, criavam juntos um método perfeitamente funcional de ensinar o espanhol.

o teste de público

Para avaliar as condições de um site, seria necessário mais de uma pessoa para avaliá-los e qualificá-los.
Afinal, devemos lembrar, o projeto defende uma forma de se ensinar línguas à população, o que nos leva a defender uma forma diversificada de testes.
Desenvolvemos então, a ideia de aplicarmos a alguns alunos a pesquisa e os exercícios dos sites, buscando fazer com que eles nos dessem mais claramente as definições de um bom site de línguas. Esse grupo a ser avaliado seria um grupo misto de 24 pessoas, do curso de turismo 3º ano do CEFET-MG, sendo algumas pessoas fluentes em algumas línguas, e outras, falantes apenas do português.
Com esse teste, poderíamos saber mais a fundo se é mesmo possível alcançar bons resultados com estudos de linguas virtuais e autodidatas, avaliando a opinião das duas parcelas da sociedade: as poliglotas e as monoglotas.

O primeiro passo

Quando resolvemos estudar o uso da internet para a aprendizagem de línguas, estabelecemos uma ordem gradativa de afazeres, que estipulariam até onde nosso projeto deveria caminhar, bem como algumas regras para estabelecer como escolheríamos os sites.
Primeiramente, precisaríamos analizar basicamente, quais os maiores resultados em alguns buscadores comuns à população. Que sites, por exemplo, encontraríamos com maior facilidade? Nos propusemos, então, a fazer uma pré seleção do que seria mais fácil para se achar e do que seria mais difícil.
Elegemos três buscadores de alta popularidade e buscamos, em cada um deles, 20 (vinte) endereços virtuais diferentes para essa busca, em quatro idiomas básicos: inglês, português, francês e espanhol. Pudemos perceber com essa pesquisa, que muitos se repetiam facilmente nos três buscadores, bem como várias vezes em cada um. Com isso, pré estabelecemos quais estariam mais fáceis de serem localizados, e quais menos.
A seguir, precisaríamos testar cada site, procurando encontrar o método básico de se ensinar uma língua virtualmente.

Apresentação

Bem se sabe que, nos últimos anos, com o avanço da globalização, muito se tem falado em aprender línguas.
Temos, portanto, cada vez mais necessidade de nos inserirmos no mercado de trabalho, atendendo às suas  petições. No entanto, se todos nós deveríamos ser poliglotas, quais as formas de se aprender uma língua?
Em nosso projeto de Bolsa de iniciação científica Mirim , desenvolvido por mim, aluna do curso de turismo do CEFET-MG, juntamente com meus coordenadores, tomamos como proposta o estudo de novas formas de se aprender uma língua, que não a de cursinhos e intercâmbios, objetivando buscar formas alternativas de saciar a necessidade do aluno de aprender novos dialetos.
Tendo pensado numa forma acessível e barata, chegamos à rápida conclusão de que, se há um meio acessível e completo, é a internet. E sendo a internet uma rede de serviços e sites vastíssima, reduzimos a nossa fonte de buscas, nos limitando a pesquisar os buscadores e sua eficiência de apresentar os resultados na internet de um bom site de línguas.
O próximo passo se tornaria mais ousado: após averiguarmos as possibilidades de resultados dos buscadores e percebermos que é possível encontrar vários sites, passamos a averiguar o que uma pessoa precisa ter, em meio de recursos , para aprender uma língua com qualidade. É possível? Se sim, quais seriam as diretrizes para um bom site de línguas? Quais seriam os melhores?
O objetivo deste trabalho, bem como da apresentação deste em meio virtual, é esclarescer até que ponto a internet é competente na difundição dos dialetos. E a partir daí, descobrirmos qual a melhor forma de apresentar essa competência ao público.